quinta-feira, 17 de março de 2011

PRESENTE

Inesperado e inexplicável!
a limosine é só a ponte que nos leva a FESTA..
de pequenos mamífereros quadrupedes e bipede
num (re)encontro com seres mais (ou menos?) evoluídos!
Bons ventos que trazem aos ouvidos ondas de sopros, batidas
e chocalhos.
Luz de argolas que flutuam coloridas no aR e nos levam
as mãos que as lançam.
Presente num abraço bom do dia qualquer,
num sorriso forte que ocupa a memória de quem olha o mar,
Presente que na inocência do querer bem, nem imagina o quanto
faz bem!
pululum..e muita baba!
De nenem, de mamãe, de quem não consegue se conter de Felicidade
e anceia por retribuir a altura!
PRESENTE!

terça-feira, 15 de março de 2011

As inscrições para o Erecom Salvador 2011 já estão abertas

Para garantir seu lugar no encontro basta fazer um depósito nominal no valor de R$50,00 (cinquenta reais) e não esquecer de informar durante o depósito o número de CPF. Depois é só enviar o comprovante para o e-mail do evento: erecomssa2011@gmail.com.

Para quem reside fora de Salvador, cidade sede do evento, a recomendação é procurar na universidade em que estuda o pessoal responsável pelas inscrições para saber maiores informações de valores para transporte.

CONTA PARA DEPÓSITO

Caixa Econômica
Conta Poupança: 013.00.005.308 - 2
Agência: 0062
Cliente: Andrea de Jesus Chaves

Garanta logo sua vaga, convide os amigos e venha participar conosco do Erecom Salvador 2011.

ERECOM Salvador 2011 - 20 a 24 de abril
A comunicação como instrumento de combate e superação às opressões
www.erecomsalvador2011.blogspot.com

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Temporal

Duas escolhas que se juntam em água fria,
da que sai da pedra ou da que vem do céu.
É o tempo da fumaça partir e nem precisa
escolha..
são eles sedentos, são elas bentas.
Generosas banham os que se permitem ao som do vento,
abrem os braços, fecham os olhos e se aquecem..
não falta nada!
Aqui fora a mata, a chuva e porque não os cachorros.
Lá dentro uma vela, uma barraca,
a noite é uma criança e ninguém sabe o que os espera!

A lógica do salário mínimo

Fonte: http://www.correiocidadania.com.br/content/view/5530/9/


ESCRITO POR NILDO OURIQUES
23-FEV-2011

O debate acerca do salário mínimo expõe os limites do capitalismo no país. Por um lado, os interessados em mostrar um país forte, alegando a existência da nova classe média e um poderoso mercado interno de massas, consideram R$ 600,00 uma "irresponsabilidade", como afirmou o presidente da CNI. Tudo isso num país em que 2/3 da força de trabalho recebe até três salários mínimos!

O DIEESE divulga há muitos anos o cálculo do salário mínimo necessário. Trata-se de um conceito decisivo, pois expressa o valor para remunerar adequadamente um trabalhador e sua família: R$ 1.972,64, nos preços de abril de 2009. A análise do desenvolvimento capitalista nos países centrais revela a importância do salário para o fortalecimento do capitalismo.

Salários elevados vitalizavam o mercado interno e forçavam a renovação tecnológica, pois o empresário era induzido a substituir a mão-de-obra por máquinas. Havia também o protecionismo do mercado interno que inibia a concorrência com os produtos de outros países, política que as potências ainda preservam e, de fato, principal instrumento de política comercial. É o caso típico dos Estados Unidos. Uma lição da economia política clássica do século XIX.

No Brasil, mesmo a ampliação do crédito ao consumidor revelou que não pode sustentar taxas elevadas de crescimento porque, ao fim e ao cabo, a capacidade de endividamento dos assalariados é pequena. O argumento de que o salário mínimo elevado ampliaria o rombo da previdência é, além das falsidades permanentemente divulgadas sobre o suposto déficit previdenciário, uma declaração de que o número de trabalhadores com carteira assinada não poderá aumentar jamais.

Enfim, no conjunto, o recado é claro: o mercado de trabalho será sempre "precarizado" para a maioria dos assalariados. A nova situação indica também, talvez mais cedo do que alguns ingenuamente imaginavam, que o tempo dos reajustes abaixo da inflação voltou. Aquela brevíssima primavera em que os trabalhadores arrancavam minúsculos ganhos de produtividade chegou ao fim. 

No debate parlamentar, as imagens mostraram os antigos líderes sindicais trajando sóbrias gravatas e, sem inibição alguma, subindo a tribuna para justificar a política oficial. A cena é elucidativa. Na década de 80, na grande onda do protesto operário que abalou os pilares da ditadura e abriu de maneira definitiva o caminho para a "Nova República", os sindicalistas ganharam consciência de que somente no chão de fábrica poderiam conquistar seu quinhão, fruto exclusivo do ativismo sindical.

Mas a sedução parlamentar levou vários deles à condição de senadores e deputados e, mais importante, o principal líder operário da época à presidência da República. Agora, mesmo naqueles que protestaram no parlamento e, portanto, se mantinham fiéis à velha causa, certamente existiam ilusões acerca da possibilidade de vitória numa câmara de deputados dominada por empresários-políticos e políticos a serviço dos empresários.

Existem épocas em que os trabalhadores esquecem sua própria história de lutas, submetendo-se a uma espécie de "amnésia social", cujas conseqüências foram sempre graves para seus interesses. Assim, entre os que defendiam a política oficial e os que protestavam contra ela, havia algo em comum: a percepção de que a disputa agora é no parlamento. Nada poderia ser mais desastroso para futuras conquistas. Sem uma forte retomada do ativismo sindical nas fábricas, a renovação da práxis política entre os sindicalistas não será possível. Os tempos de austeridade que novamente se anunciam parecem reconstruir o terreno da disputa que originou o sindicalismo combativo no passado. Mas esta é apenas uma possibilidade.

Neste contexto, a decisão entre os míseros R$ 545,00 propostos pelo governo e os "generosos" R$ 600,00 da oposição não deixa dúvidas de que, para além da pedagogia da migalha implícita no debate, a classe trabalhadora não pode ter ilusões do lugar reservado a ela no capitalismo brasileiro. 

Nildo Ouriques é professor do departamento de Economia da Universidade Federal de Santa Catarina


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sábado, 15 de janeiro de 2011

As Grandes tragédias Humanas tem como responsáveis a corrupção e a ganância

Por: Reginaldo Bispo (por email)

As enchentes e os desbarrancamentos de encostas em muitos estados, especialmente no Rio de Janeiro, são tragédias anunciadas e previsíveis por meios técnicos e científicos, mas que se repetem anos após anos, resultando em perdas humanas e materiais evitáveis, sem que as autoridades (Ir)responsáveis se importem com elas.

Nessa hora a mídia sensacionalista, fazendo de conta que informa, fazem circo com a desgraça dos cidadãos que tiveram a infelicidade de construir suas moradias precárias, no lugar que lhes restou, devido ao pouco caso do poder publico. Palpiteiros de toda ordem e calibres, políticos, especialistas, jornalistas e intelectuais, tentam aparecer com suas frustrantes constatações: Era possível prever e evitar a catástrofe. Porque não disseram ou fizeram nada antes?

Desta feita, apesar da maioria ser os mesmos de sempre, a desgraça se deu em terras de príncipes e princesas, atingindo também a fidalguia e a burguesia. Talvez por isso, tenha algum impacto, sendo tratado pelo poder publico com maior empenho e respeito, do que quando as vitimas são apenas favelados, negros pobres e trabalhadores. Mas quanto tempo vai ser preciso para que as elites políticas e econômicas, passem a reconhecer que esse pais é de todos e todos? Quando o povo vai exigir de acordo com a constituição, os mesmos direitos, deixando de cultuar ídolos salvadores da pátria?

Está provado, os investimentos e melhorias com o dinheiro publico, concentram-se nas localidades mais desenvolvidas, que já possuem os melhores equipamentos públicos. Menos de 30% dos investimentos vão para as periferias, onde mora 70% da população, absolutamente carentes de melhorias e recursos.

O déficit no Brasil é de 8 milhões de moradias, sendo que existem, segundo a Folha de SP, 11 milhões de moradias impróprias. O que fazem os governos, os parlamentares, o ministério publico, para garantir uma moradia e uma vida decente a estes cerca de 80 milhões de brasileiros? O que faz o movimento popular e sindical, em geral para apoiar e se somar a luta dos sem teto?

Os governos fazem vista grossa para a irregularidades dos ricos, a custa de boas propinas, faz pouco caso dos pobres, não se dispondo realizar obras de interesse popular, pois isto não dá voto, nem caixa dois para financiar seus partidos nas eleições. Os parlamentares e os juízes apenas preocupam-se em aumentam seus salários e vantagens.

Preferem as grandes obras, ainda que elas violentem a natureza e o meio ambiente, afinal pensam eles, mais importante são os currículos e a dinheiro em caixa para financiar as milionárias campanhas. Assim, não dão a mínima para a fauna e a flora, para as construções nas encostas, para a conservação das matas ciliares com a ocupação irregular das margens dos rios, para a economia “marginal” da coleta seletiva em suas cidades, para o desmatamento de florestas ou investimento em educação ambiental e cidadã. Afinal, quem constrói uma hidrelétrica ineficiente e cara como Belo Monte (estimada pelo governo em $3,7 bilhões de dólares, mas que segundo os técnicos não deve ficar pronta por menos de $ 11 bilhões de dólares), vai se preocupar com gente, com pobres, córregos, matas, com a vida de alguém, com a destruição do planeta?

Trata-se da mesma lógica das UPP´s de Sergio Cabral, Jaques Wagner, Tasso Genro, Alckmin, Lula e Dilma. É mais barato treinar tropas brasileiras financiadas pela ONU, no Haiti, colocando-as para reprimir e controlar a população pobre e favelada no Rio, em SP, no Recife, em Salvador (para permitir o transito seguro dos turistas nas Olimpíadas e na Copa), do que investir em uma educação de primeiro mundo [que prometem a 20 anos e não cumprem], em cultura, lazer, saúde, transporte coletivo de qualidade, e empregos, que absorvam a mão de obra jovem e na construção de uma dignidade cidadã.

O custo absurdo, ao erário publico, de R$ 250 mil por mês, de um deputado federal; Os fantásticos salários e vantagens de juízes, ministros, senadores; As espetaculares fraudes e superfaturamento de obras; Os cinematográficos roubos de dinheiro publico, como a apropriação de 150 milhões pelo juiz Lalau, outro tanto, do banqueiro Daniel Dantas e do ex-governador de Brasília; Os mensalões da vida, nos dão a dimensão pelo que se interessam ou o que podem fazer a elite desse pais, os políticos e magistrados.

Preocupados com o bem estar dos herdeiros e amigos, não vão cobrar as maracutaias dos parceiros, menos ainda preocupar-se com vidas de pobres e negros, com matas ciliares, córregos, com desmatamento de floresta, educação ambiental e com cidadania?

Não se apereem, ano que vem tem mais, gente triste chorando a morte de entes queridos, e assim “a gente vai se levando essa vida” nesse país das oligarquias escravistas ainda no século XIX, em matéria de direitos republicanos e democráticos. E nós, continuamos batendo palmas e votando neles. Reginaldo Bispo - Coord. Nacional de Organização do MNU

domingo, 21 de novembro de 2010

21 de Novembro

Desperto com um sonho, e o sonho me desperta..
Sentimento bom, que trás você de volta
e bem perto.
Amigo. Amor!
Sentimento ruim, que me lembra que não somos mais os mesmos.
Em momentos diferentes,
Amando outros amores!
Bons e ruins, eles, os sentimentos, existem para serem lembrados
e para lembrar que fazemos, e faremos, parte da vida um do outro.
E se não o sonho, olha pra Lua, vê que ela é sua..
Meu presente, em Novembros, Dezembros, Janeiros, infinito mil e além!
E se a bateria ajudar, vozes radiantes vão se (re)encontrar, por mais tempo,
com mais clareza, ouvindo o que deve ouvir e falando o que se quer falar!
Porque 21 de Novembro é só uma desculpa!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Comissão pede ação do MP para evitar baixaria no Big Brother

05/11/2010 16:35
Iriny Lopes em entrevista à Rádio Câmara: objetivo é melhorar a qualidade na programação da TV.


As manifestações de homofobia e discriminação racial e de gênero registradas nas edições anteriores do Big Brother Brasil (BBB), da Rede Globo, provocaram uma ação preventiva da Comissão de Direitos Humanos e Minorias. O colegiado solicitou ao Ministério Público Federal que convoque a emissora para assinar um termo de ajustamento de conduta (TAC) com o objetivo de evitar violações de direitos humanos no BBB11, que vai ao ar no próximo ano.
Em ofício enviado nesta quinta-feira (4) à procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Gilda Carvalho, a presidente da comissão, deputada Iriny Lopes (PT-ES), sugere que a emissora se comprometa a transmitir o programa em horário que haja menor exposição a crianças e adolescentes.
O termo também deverá garantir, segundo a comissão, que a Rede Globo informe o Ministério Público sobre o conteúdo dos contratos firmados com os participantes do BBB11. E observe as recomendações do Conselho de Acompanhamento da Programação Televisiva da campanha “Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania”.

Ainda de acordo com a comissão, a emissora deve contratar empresa para realizar auditoria no resultado das votações promovidas pelo programa, “considerando as suspeitas levantadas por cidadãos sobre possível manipulação dos números”.
Fuso horário
Iriny Lopes ressalta que a iniciativa da comissão é provocada pelas “centenas de reclamações de telespectadores sobre a exposição de nudez em afronta à legislação de proteção às crianças, especialmente nos estados com fuso horário diferente do de Brasília”. A diferença de fuso, diz a deputada, resulta “na exibição de programas impróprios para crianças em horários em que elas estão acordadas, muitas assistindo televisão.”
O pedido da comissão também cita casos de discriminação veiculados no programa. No BBB10, a Justiça obrigou a emissora a prestar esclarecimentos à população sobre as formas de contágio do vírus HIV. A decisão judicial foi motivada pela veiculação de uma opinião homofóbica de um dos participantes, segundo o qual “homens héteros não contraem o vírus”.
Campanha
A campanha "Quem financia a baixaria é contra a cidadania" foi lançada em 2002 pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias, em parceria com entidades da sociedade civil. Por meio do telefone 0800-619-619, os telespectadores podem fazer denúncias sobre a programação das emissoras de televisão.
Iriny Lopes, em entrevista à Rádio Câmara, explica que o objetivo não é promover censura, e sim estimular a melhora na qualidade da programação da TV
O resultado é divulgado no “Ranking da Baixaria na TV”. No último, que reúne registros de agosto de 2009 a abril de 2010, o Big Brother Brasil 10 aparece em primeiro lugar, com 227 denúncias de “desrespeito à dignidade humana, apelo sexual, exposição de pessoas ao ridículo e nudez”. O número corresponde a mais da metade do total de reclamações recebidas no período - 391.
Da Redação/DC