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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

... sobre maiS (o que vc não viu na tV )

Recebi este e-mail com alguns vídeos sobre a criminalização dos movimentos sociais. Como eu acredito que a grande mídia não repercute estes fatos, acho que nós temos o papel de, pelo menos, difundir estes atos de autoritarismo.

Encaminho alguns vídeos sobre as manifestações de violência e de protestos contra a Criminalização do MST.

-Criminalizaçã o do MST no RS:
http://www.youtube.com/watch?v=bSSwRkySZNE

-Carta dos Movimentos Sociais Gaúchos:
http://www.youtube.com/watch?v=-rogHIQuMow&feature=related

-Denúncia de advogado contra a criminalizaçãod o MST:
http://www.youtube.com/watch?v=CxtrKnevkkY&feature=related

- Ato contra a criminalização dos movimentos sociais no Encontro Nacional dos estudantes de Educação Física e no Encontro de estudantes de Agronomia- Porto Alegre.
http://www.youtube.com/watch?v=I2THLWE6UUo

Juventude que ousa lutar constrói o poder popular!!!


" É verdade que depois de derrubadas as cercas do latifúndio, outras se levantarão: as cercas do judiciário, as cercas da polícia(ou das mílicias privadas), as cercas dos meios de comunicação de massa... Mas é verdade também que cada vez mais caem as cercas e a sociedade é obrigada a olhar e discutir o tamanho das desigualdades, o tamanho da opulência e da Miséria, o tamanho da fartura e da fome." (Pedro Tierra,1995)

Saudações Socialistas

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Estudantes de direito da Ufes vão boicotar Enade

22/10/2009 - 13h20 (Guido Nunes - gazeta online)

Os alunos do curso de Direito da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) vão boicotar o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), que acontece no dia 8 de novembro deste ano. Essa será a primeira vez em 12 anos que o curso realizará o boicote ao exame. Nos últimos anos, o curso de Direito sempre havia recebido a nota máxima.

Os estudantes argumentam que a realização do protesto é necessária pois o curso passa uma imagem que não é verdadeira por conta das boas atuações no Enade. Eles disseram ainda que o mérito é dos alunos e não da instituição e dos professores. A intenção com o boicote seria a de mostrar os problemas que existem no curso.

O coordenador geral do Centro Acadêmico de Direito da Ufes, Raphael Sodré, informou que a decisão foi aprovada em assembleia pela maioria dos cerca de 100 estudantes presentes. "A Ufes tem muito a melhorar, como a questão de projetos de pesquisa e de extensão do curso que não há compromisso do corpo docente como um todo e problemas com professores que dão menos aulas que poderiam."


Raphael Sodré, coordenador geral do CA de Direito - Os estudantes argumentam que a realização do protesto é necessária pois o curso passa uma imagem que não é verdadeira por conta das boas atuações no Enade
Os estudantes do curso que forem realizar o protesto vão comparecer aos locais de aplicação do exame, no entanto, vão entregar a prova em branco com um adesivo alusivo ao boicote colado na página da frente.

O coordenador do curso de Direito da Ufes, Gilberto Fachetti, rebateu as acusações dos estudantes e disse que os professores se manifestaram contrários ao boicote. "Os professores não fizeram monção de repúdio. Se trata de um posicionamento institucional contrário ao boicote. Isso não deve ser entendido como um repúdio ou desrespeito aos alunos."

Fachetti reconheceu os problemas do curso, mas disse que não será o boicote ao Enade que vai resolvê-los. "Nós reconhecemos que o curso tem uma série de problemas. Ninguém quer camuflar os problemas, mas gostaríamos que os estudantes viessem conversar conosco sobre esses problemas, mas eles não vêm."

O coordenador ainda ressaltou que não existe o descaso com projetos de extensão e de pesquisa no curso de Direito e que existem projetos sendo realizados. No entanto, reconheceu que a quantidade deles ainda não é a ideal.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

VOCÊ FARIA UMA PROVA DE UM PROFESSOR QUE NUNCA FOI DAR AULA?


Por Vinícius Oliveira (Coordenação Nacional da ENECOS) E "Chuck" (Militante da ENECOS-SERGIPE).




Imagine um professor que nunca deu uma única aula. Nunca indicou uma leitura, não propôs nenhum debate em sala, e nem sequer mandou um e-mail. Imagine então, que esse mesmo professor marque uma prova com TODO o conteúdo da unidade e sorteasse apenas algumas pessoas pra fazê-la. Você faria essa prova?

ENTÃO POR QUE FAZER O ENADE?



O ENADE (Exame Nacional de Avaliação do Desempenho Estudantil) é parte do SINAES (Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior), cuja proposta DEVERIA ser de avaliar o ensino superior para assim trazer melhorias aos cursos e às universidades. DEVERIA!!
Um sistema de avaliação que é baseada no rendimento de estudantes sorteados do primeiro e ultimo período, refletem a situação do curso? Um “exame” que tem um caráter RANQUEADOR e PUNITIVO, onde ao invés de investir mais nas universidades com notas menores, ele é usado para legitimar as desigualdades de verbas entre as diferentes instituições. Um “exame” que não respeita as especificidades e a regionalidade, onde uma mesma prova é aplicada no país inteiro, negligenciando suas particularidades culturais.

Você que é veterano ou mesmo calouro, Quantas vezes o MEC veio na sua Universidade perguntar o que precisa no seu curso?


Uma AVALIAÇÃO DE VERDADE não deveria avaliar apenas o desempenho individual dos estudantes. Uma avaliação de verdade deve avaliar a estrutura como um todo de um curso, sua infra-estrutura tanto das salas de aula quanto dos laboratórios, sua biblioteca e o acervo especifico de cada curso, a quantidade e a qualificação de seus professores. Deve também analisar os projetos pedagógicos, as grades curriculares, o que e como se produz nas áreas de pesquisa e extensão, a oferta e a qualidade de estágios curriculares e ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL para garantir a permanência dos estudantes, entre outras coisas.

POR UMA AVALIAÇÃO DE VERDADE

BOICOTE O ENADE!!! (antes que ele boicote você!)




Descubra como boicotar o ENADE!
1. Conferir na sua faculdade se você foi selecionado a realizar a prova;
2. Comparecer pontualmente ao local da prova no dia 9 de novembro;
3. Assinar a lista de presença;
4. ENTREGAR A PROVA EM BRANCO COM O ADESIVO DA CAMPANHA COLADO OU UM GRANDE ZERO DESENHADO!



A minha nota aparecerá no histórico escolar?
Não. Segundo a lei n° 10.861, de 14 de abril de 2004, que institui o ENADE, constará no histórico escolar somente se o estudante foi selecionado e se compareceu à prova. Por isso é muito importante que todos compareçam à prova para zerá-la.
A minha nota será divulgada?
Não. Esta mesma lei diz que a nota será entregue individualmente a cada estudante que realizou a prova, sendo vedada qualquer identificação nominal do resultado obtido por cada um.
A faculdade irá entregar meu diploma se eu boicotar o ENADE?
Sim. É obrigação da faculdade entregar o diploma ao estudante que concluiu o curso devidamente, independentemente de sua nota no ENADE.
Boicotar é não legitimar uma prova que não diz respeito à qualidade de ensino. Assim, quem faz o ENADE tem sua formação prejudicada, pois ele não atesta a real avaliação que a comunidade universitária sempre exigiu.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

26 de Outubro - Dia Nacional pelo Passe Livre

O mês de Outubro foi um mês de preparação para todos os MPL´s (Movimento Passe Livre)espalhados pelo país, tendo em vista que hoje dia 26 de Outubro é o dia Nacional pelo Passe Livre.
(Saiba mais sobre o MPL aqui )
O engraçado é que dessa vez não foi só o MPL que se organizou pra falar do transporte público, mas o telejonal de maior Audiência Nacional publicou no dia 22/10 uma matéria que afirmava que o aumento das tarifas este ano foram maiores que a inflação, que alguns trabalhadores gastam metade de seus salários só com transporte, que são obrigados a fazer caminhadas de mais de uma hora ao voltar do trabalho para não prejudicar a sua renda familiar (assista na integra ).
A diferença do discurso da Globo para do MPL é que, a Globo inclui na reportagem um economísta que justifica o aumento com a disculpa das diferenças de impostos nas diversas regiões do país, no custo da gasolina, e ainda apresenta ao fim da matéria uma trabalhadora afirmando que se sente satisfeita ao voltar do trabalho a pé por 1h30min, pois segundo ela " eu caminho e economizo mais de 100 reais".
Acho que o debate vai muito mais além, e precisa ser levado com seriedade. Existe um comercio automobilístico envolvido nesse aumento, existem interesses privados, e não há repasse para os funcionários braçais desse serviço. Vivemos numa sociedade que diz compre um carro pra estar na moda, para ser reconhecido e uso como disculpa a má qualidade do transporte público. Existem acordos que viabilizam o monopólio existente em Ilhéus e Itabuna. Esperamos horas para pegar ônibus lotados, por preços exorbitantes, e os orgãos responsáveis por fiscalizar essas deficiências estão domindo!
Não podemos ficar de braços cruzados e nem reclamando com um discurso idealísta. Precisamos nos unir a sociedade por um transporte público de verdade.

Essa semana estaremos nos organizando na UESC e você é convidado:
De 29 e 30, ás 18hs no Centro de Entretenimento Universitário - CEU.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Sociedade do automóvel

11 milhões de pessoas, quase 6 milhões de automóveis; um acidente a cada 3 minutos; uma pessoa morta a cada 6 horas; 8 vítimas fatais da poluição por dia.

No lugar da praça, o shopping center; no lugar da calçada, a avenida; no lugar do parque, o estacionamento; em vez de vozes, motores e buzinas.

Trabalhar para dirigir, dirigir para trabalhar: compre um carro, liberte-se do transporte público ruim. Aquilo que é público é de ninguém, ou daqueles que não podem pagar.

Vidros escuros e fechados evitam o contato humano. Tédio, raiva angústia e solidão na cidade que não pode parar, mas não consegue sair do lugar.

um vídeo de
Branca Nunes e Thiago Benicchio

baixe aqui


fonte: http://www.ta.org.br/sociedadedoautomovel/

Movimento Passe Livre (MPL)


Em sete pontos, o Movimento Passe Livre explica quem é, o que pretende e como está organizado.

1. O que é o Movimento Passe Livre (MPL)

O Movimento Passe Livre (MPL) é um movimento social autônomo, apartidário, horizontal e independente, que luta por um transporte público de verdade, gratuito para o conjunto da população e fora da iniciativa privada.

2. História do MPL

O MPL foi batizado na Plenária Nacional pelo Passe Livre, em janeiro de 2005, em Porto Alegre. Mas antes disso, há seis anos, já existia a Campanha pelo Passe Livre em Florianópolis. Fatos históricos importantes na origem e na atuação do MPL são a Revolta do Buzu (Salvador, 2003) e as Revoltas da Catraca (Florianópolis, 2004 e 2005). Em 2006 o MPL realizou seu 3º Encontro Nacional, com a participação de mais de 10 cidades brasileiras, na Escola Nacional Florestan Fernandes, do MST [Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra].

3. Formas de organização

3.1. Autonomia e independência

Acreditamos que as pessoas diretamente envolvidas na luta são responsáveis pelas escolhas e criação das regras do movimento, sem depender de organizações externas como partidos e/ou entidades estudantis e financiamentos que exijam contrapartidas.

3.2. Apartidarismo mas não anti-partidarismo

Acreditamos em uma nova forma de se fazer política e não nos organizamos para eleições. Pressionamos o governo por políticas públicas, mas defendemos na nossa prática cotidiana que existe política além do voto. No entanto, é preciso deixar claro que ser “apartidário” não significa ser “antipartidário”. Assim como os apartidários, militantes de partidos políticos são totalmente bem vindos para colaborar na luta por passe livre.

3.3. Horizontalidade

Não existe hierarquia neste movimento. Não existe uma direção centralizada onde poucos decidem por muitos. Todos têm igual poder de participação.

4. O que é o passe livre

Passe livre é a gratuidade no transporte coletivo.

5. O que é um serviço público

Serviço público é aquele que não tem exclusão, que permite o acesso de todas as pessoas. A educação e a saúde só vão ser públicas de verdade se o transporte for público de verdade.

6. Mas é mesmo possível pegar ônibus de graça?

Não se trata de ônibus de graça, esse ônibus teria um custo, mas pago por impostos progressivos, não pela tarifa. O que a prefeitura precisa fazer é uma reforma tributária nos impostos progressivos, de modo que pague mais quem tem mais dinheiro, que pague menos quem tem menos e quem não tem não pague (impostos e taxas). Distribuir melhor o orçamento público, separando uma parte para subsidiar o transporte, ao invés de gastar dinheiro em propaganda, corrupção e obras que não atendem às reais necessidades da população. O passe livre estudantil já é realidade no Rio de Janeiro.

7. Sobre aumentos de tarifas

No Brasil, 35% da população que vive nas cidades grandes não tem dinheiro para pagar ônibus regularmente (IPEA, 2003). Muitas pessoas estão excluídas da educação porque não podem pagar o ônibus até a escola. Toda vez que aumenta a tarifa do ônibus, esta exclusão aumenta também. Ao mesmo tempo, é importante enfatizar que, mais que lutar contra o aumento da tarifa, lutamos contra a existência de uma tarifa. O sistema de Transporte precisa ser totalmente reestruturado, de modo que as tarifas não continuem aumentando, excluindo cada vez mais pessoas. O Transporte precisa ser visto como um direito essencial, não como uma mercadoria.

Fonte: http://tarifazero.org/mpl/ acesso hoje ;)

terça-feira, 16 de junho de 2009

Observatório da crise financeira mundial

Diante do atual momento histórico do capitalismo, o Departamento de Ciências Econômicas (DCEC) da Universidade Estadual de Santa Cruz realizará o seminário Observatório da Crise Financeira Mundial, nos próximos dias 17 e 18 de junho, no auditório Jorge Amado, a partir das 19 horas. Os temas a serem abordados são A gênese da crise, Visão Keynesiana da crise, Descrição da crise do capitalismo financeirizado numa visão Marxista e Impactos: global e regional.

Participarão do seminário os professores Sócrates Jacobo Moquete Guzmán (coordenador do evento), Alessandro Fernandes de Santana, Fernando Rios do Nascimento, Francisco Mendes Costa, João Carlos de Pádua Andrade, Sergio Ricardo Ribeiro Lima, Lessi Inês Farias Pinheiro, além dos discentes Manoel Marinho dos Santos Neto, bolsista FAPESB, e Danillo Teles de Britto Bispo, bolsista PIBIC/CNPq.

O objetivo é proporcionar à comunidade universitária um ambiente de discussão e reflexão sobre o atual momento da crise econômica mundial, além de servir como instrumento indutor de percepção crítica dos modelos econômicos. A coordenação do seminário pretende manter esse espaço de debate durante todo o ano 2009, gerando boletins de conjuntura sobre os acontecimentos mais importantes da crise.

O evento será dividido em duas etapas: o início com as explicações teóricas, e para finalizar, os impactos global e local. Podem participar toda a comunidade universitária, em especial os alunos do curso de Economia. Inscrições no local ou enviar e-mail a socrates@uesc.br. Será emitido certificado de participação.

Informações pelo fone 3680-5215

PROGRAMAÇÃO:

Dia 17 de junho – 19 horas

Apresentação: Discente Danillo Teles de Britto Bispo – Bolsista IC-CNPq

1. Visão Keynesiana da crise: Professora Doutora Lessí Inês Farias Pinheiro

2. Visão Marxista. Descrição da crise do capitalismo financeirizado: Professor Mestre Sergio Ricardo Ribeiro Lima, Professor Doutor Sócrates J. M. Guzmán e Discente Manoel Marinho Neto - Bolsista IC-FAPESB


Dia 18 de junho – 19 horas

3. A gênese da crise: Professor Mestre Fernando Rios do Nascimento

4. Impactos: global e regional: Professor Mestre João Carlos de Pádua Andrade, Professor Mestre Francisco Mendes Costa e Professor Mestre Alessandro Fernandes de Santana

quinta-feira, 4 de junho de 2009

NOTA DE APOIO DA ENECOS À OCUPAÇÃO DA REITORIA DA UFMA

A Executiva Nacional d@s Estudantes de Comunicação Social (Enecos) vem por meio desta nota manifestar total apoio e solidariedade aos estudantes da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), que ocuparam na tarde desta quarta-feira, 3 de junho de 2009, a reitoria daquela Universidade.



A principal reivindicação estudantil é a revogação imediata da Resolução do Conselho de Ensino Pesquisa e Extensão (Consepe) que flexibiliza os horários de aula dos cursos da Ufma.



Além desta, os estudantes reivindicam também a revogação do Programa de Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) e cumprimento do acordo firmado na Justiça Federal com o movimento de ocupação em Julho de 2007.



As/os estudantes da Ufma têm lutado contra o autoritarismo, a truculência e a falta de diálogo com a comunidade acadêmica sobre as implementações que têm ocorrido desde a implantação do Reuni, tais como a adesão da instituição ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e mais atualmente a mudança nos horários das aulas para cumprir a ampliação do número de vagas, meta do Reuni.



A Enecos repudia ainda a ação da reitoria da Ufma que, sem a mínima tentativa de dialogar com as/os estudantes presentes na ocupação, entrou com pedido de reintegração de posse e divulgou nota em sua página na internet em clara tentativa de criminalizar o movimento de ocupação, alegando a falta de representatividade das/os estudantes que a compõem e a legitimidade de suas formas de organização, sejam em coletivos e entidades estudantis ou partidos políticos.



A Enecos posiciona-se claramente contrária ao Reuni e está em conjunto às seguintes entidades que constroem esta luta: DAfar, CAeco, CAlte, CAped, CAdi, Coletivo Barricadas Abrem Caminhos, Quilombo Urbano, Najup – Negro Cosme, além de estudantes dos Cursos de Ciências Sociais, Direito, Filosofia, Serviço Social, Matemática, Educação Física, História, Química, Letras, Geografia, Psicologia, Enfermagem e Comunicação Social e Associação de Professores da Ufma (Apruma).



Camila Chaves

Estudante de Comunicação Social da Ufma

Coletivo Barricadas Abrem Caminhos

Executiva Nacional de Estudantes de Comunicação Social

quarta-feira, 27 de maio de 2009

a culpa é de quem?

A crise mundial está aí, e a culpa é de quem?
Os políticos continuam aprovando leis que aumentam seus salários, e a culpa é de quem?!
O PDI aconteceu, estudantes ocuparam esse espaço de discussão, e nada saiu do papel, e a culpa é de quem?!
A politicagem assumiu mais uma vez seu papel de atuação nas eleições do DCE Carlos Marighella, e a culpa é de quem?!

Sinceramente, nem quero sabeR !!
Ouvi uma coisa muito interessante um dia desses, dita
por Tiãozinho, que leu em algum livro ( créditos a quem merece hihi..)
era mais ou menos assim: Não compare o atual com o passado, mas compare com onde vc deseja chegar, e tenha isso como seu objetivo".
exemplificando:
- Não quero saber se Lula foi melhor que FHC, mas que ele poderia ter feito muito mais pra chegar perto do Ideal de Brasil.

Bom, pelo menos foi isso que entendi, e que espero levar comigo em tudo (vou perguntar se SAm não quer me condicionar a issO.. viva a Unir Diversidade \o/* ).

Fui da Comissão Eleitoral pra DCE esse ano, e Sofri muitas críticas por isso.
Admito que a eleição foi mal divulgada, que o processo de campanha não incentivou as
chapas a criarem uma consciência política em seus eleitores, que o debate poderia ter sido muito mais produtivo se tivesse maior participação dos estudantes.. blá blá blá..
e ao fazer essa auto avaliação, surgem também alguns questionamentos:
1. ao apontar esses erros, quais ações minhas (e dos estudantes uesquianos) foram feitas para que eles não acontecessem ?
2. o que eu (e os estudantes uesquianos) podemos fazer para que esses erros possam ser reparados, e não interfiram na atuação de um DCE** eficiente ?

Voltando a fala do Tiãozinho, eu tenho uma sugestão:
- ESTUDANTES UESQUIANOS !(me incluo aqui) definam universidade Pública de qualidade e de VERDADE para vocês, tenham isso como objetivo e TRABALHEM para que esse seja alcançado com menor dificuldade.

pra terminar:
* viva a Unir Diversidade \o/: Samille(2º semestre da biologia) tava falando um dia desses sobre um trabalho em que ela tinha que condicionar uma pessoa ou animal a algo).

** DCE: vou usar as palavras do nosso Magnífico Reitor Quincas (ditas em SSa na reunião com Adeum Engraçadinho, digo Hilário Sauer.. hehe)para descrever o que penso cmo definição para DCE:
- O DCE são VOCÊS !!